Queria somente ser nesta noite de luar minguante, uma linda moça aventureira com cheio delicadezas para espalhar.Observa as estrelinhas tanto do escuro como do mar, espiona os enxeridos que querem passar de fininho em sessões proibidas e caminha para o horizonte em busca de desejo. o coração tá tão agradecido que descansa na luz do luar aos som dos imigrantes do sul. Venho por meio desta, sorrir para os olhos dos seduzidos e mostre-me o que seria capaz para derramar-me aos deleites dos suspiros.
Minhas mãos gélidas acompanham o toque frio de sua voz, mesmo as melódicas, elas congelaram-se a um tempo atrás. Esquece. Suas palavras não fazem efeito. Não acreditam mais. Arruinou-o. Você fez. Deveria ter usado de um modo positivo sua voz. Não ligue. É o que você faz de melhor agora. Lembrei. Medo. De sofrer. Sei como é. Mas, fechar? Não importar? Só o coloca debaixo do tapete. Deveria enfrentar. Não é bem que vemos. Fazer o que.
Repousa a pena nas costas de uma sereia que migra para o sul no alcance do calor dos tropicais. Eis a questão de olhar a natureza verde esmeralda viva preenchidas por cores exóticas amareladas, avermelhadas e alaranjadas do Equador. Venha bailar aos batuques sambistas e reggaetons e mergulhar nos mares azulados turquesas que desnuda em combinações verde alternadamente ao longo do seu percurso, além de escorregar nas salpicantes areias douradas das dunas. Ouve as araras tanto azuis como vermelhas em seu piado cantante e sincronizados com arrepiques da grande Cidade Maravilhosa. Não esqueça que as cachoeiras estalam na barriga das Cataratas em virtude do arco-íris do Pantanal tenebroso de onças pintadas, jacarés de papo amarelo e cobras peçonhentas. Acompanhe o grito abafados dos índios tupis e harmonize com os tchecos tchecos das sandálias nordestinas. Ô gado bufante que atravessa o rio Tocantins-Araguaia aos galopes guiados dos cavalos selvagens. Sinta a crista esvoaçar nos Pampas Gaúcho Ché em seus campos gramíneos com gotículas congeladas. Friozinho bom que repassa para os italianos e alemães do Sul e contamina os japoneses quietos, mas espertinhos da Liberdade. Quanta coisa para sentir o gostinho e, mais tarde, continuaremos a exorbitante viagem.
Meu perfeito amado,
Se algo deveria ser feito
Eu o farei imediatamente
Já passou o tempo
Que definhava na espera duradoura do imprevisto
O corpo aclamava pela atitude diferente
Das tímidas vozes ensurdecedoras
Não me julgues o que eu fui ser
E quem deixei de ser
Pensa que perdi meu eixo,
Mas certamente criei outro melhor
Acostume com o meu novo modo,
Minha nova moda com meu delírio aspirante
Ai, vida…..
Porque um minuto atras estava numa outra dimensão
E era tão parado
Quero-te tanto para mim
Dentro, fora, envolta
Esvoace nas minhas têmporas
De modo gracioso
E faça-me cócegas
Para não parar de rir
A vida serve para exaltar
A sensação de alegria deve gritar
A euforia consegue quebrar o ar
A felicidade satisfaz o corpo
Amado perfeito,
Preciso disto
Dessa vida
Paz
Minha paz congelada, antes
Estava dispersa, longínqua
Retornei-a forçosamente
E a mudança foi feita
Para prendê-la
Agora, acostume, querido
Sou uma nova mulher
Com vontade de viver
Da vida e da paz
Conquistou-me no meu pequeno coração fechado. Abriu escancaradamente a minha porta com leveza que, para muitos, nem com uma bomba consegue detoná-la. Fiquei maravilhada com a simpática tímida e companheirismo momentâneo, visto que aos poucos foi ocupando cada vez mais espaço. Esse espaço não era o suficiente para você e, claro, porque era maior do que isso. Expandiu, expandiu todo o meu coração, aquele esmirradinho de carne, você ampliou para um abrasão quente de fidelidade. Os cinco passinhos dados por todos esses anos demostrou o nosso afeto, a nossa confiança, a nossa sinceridade e muitas e muitas palavras de amizade sólida, já que sempre estávamos um do lado do outro para o que der e vier. Ouvimos o que outro tinha que falar, rimos de nossas conversas esquisitas cheias de piadas internas, saíamos muito mais do que esperaríamos, reparando a nossa situação de dois mundos totalmente diferentes, algo quase impossível e que nós, juntos, conseguímos enfrentar sem nenhum obstáculo. O que temos é um elo muito forte que parecia que nunca iria se rachar. Enganei-me. Agora, o bravo coração apresenta um enorme buraco catastrófico e sangue escorrega pelos meus espaços vazios que foram deixamos pelos trincos. Mas, este coração continua grande com a esperança de tê-lo de volta como era antes, se possível. Precisarei conquistá-lo novamente sua total confiança e caminharei por essa meta ao máximo até conseguir para que nunca volte a ser um elo e, sim, um círculo infinito, pois creio que serás mais forte.